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Time sub-20 do Santos foca na preparação física visando a Copa SP

O Santos segue treinando intensamente para a Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2017, cuja estreia está prevista para o dia 4 de janeiro, diante do Floresta/CE, às 21 horas, na Arena Barueri. Depois, o Peixe encara Rio Branco/AC, no dia 6, e Audax/SP, no dia 8 por uma das duas vagas para a próxima fase do torneio.

Ciente do grande desgaste físico causado pelo pequeno intervalo entre as partidas na competição, a comissão técnica santista vem dando ênfase numa estratégia para diminuição de lesões musculares. Através de marcadores que controlam a intensidade e a carga de treino, a preparação física é dosada com o objetivo de equilibrar o desgaste dos atletas durante os treinamentos.

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Gustavo Jorge é o fisiologista das categorias de base santista (Foto: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/site oficial do Santos)

“Este ano aumentamos o controle de carga com um número maior de GPS nos treinos. Isso nos deu informações do desgaste do grupo como um todo. Com isso, procuramos sempre homogeneizar o desgaste físico de todos os garotos. Aliada à informação do GPS, não abrimos mão da percepção subjetiva de esforço, que os atletas nos passam depois dos treinos. Mas, para dar mais precisão no desgaste individual, executamos uma simples avaliação antes de cada treino. Com uma escala de um a cinco, onde o cinco é o número mais agravante, o atleta responde o grau de incomodo muscular de determinada região. Através disso, elaboramos atividades para supercompensar o sistema muscular dos meninos”, disse o fisiologista das categorias de base do Santos, Gustavo Jorge, ao site oficial do clube.

Segundo ele, o número de lesões de toda a base, desde o sub-11, foi 36% menor em 2016 comparado ao índice do ano passado:

“Seguimos a metodologia do treinamento físico das categorias de base aliando os exercícios que trabalham o movimento. Isso fez com que criássemos parâmetros individuais e prioridades para cada jogador. Apesar de não termos controles sobre todas as lesões, como traumas, doenças, choques que causam torções e até um gramado em más condições, algo que prejudica a performance dos atletas, seguimos com bons índices de garotos aptos para jogar. Isso também é devido ao departamento de fisioterapia”.

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