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Saiba onde estão os artilheiros da década da Copa São Paulo de Futebol Júnior

Ser artilheiro de um campeonato sub-20 não é, em hipótese alguma, garantia de sucesso nos profissionais. No entanto ser o principal goleador de uma Copa São Paulo de Futebol Júnior é (ou ao menos deveria ser) uma baita carta de apresentação.

Felipe Micael é o atual artilheiro da Copinha (Foto: Marcos Freitas/Agência Mirassol FC)

Você se lembra dos goleadores da Copinha nesta década? Sabe onde eles estão? Confira abaixo os artilheiros das últimas dez edições:

2011 – Dellatorre (Desportivo Brasil): 7 gols
O atacante passou por Internacional e Athletico antes de defender o time B do Porto (Portugal). Passou por Queen’s Park Rangers (Inglaterra), APOEL (Chipre) e Suphanburi (Tailândia). Em 2020 atuava no Mirassol antes de a pandemia interromper o Paulistão.

2012 – Valdivia (Rondonópolis): 8 gols
Teve uma rápida passagem pela base do Palmeiras e foi para o Internacional, onde começou com xodó e logo passou a ser alvo de críticas. As lesões atrapalharam a carreira do meia-atacante, que em seguida jogou por Atlético Mineiro, Vasco, São Paulo, Al Ittihad (Arábia Saudita) e está no Avaí em 2020.

2013 – Erik (Goiás), Caio (Audax) e Ceará (Mogi Mirim): 8 gols
Erik foi o único a conseguiu se destacar nos profissionais. Depois de despontar no Goiás ao lado de Bruno Henrique, foi comprado pelo Palmeiras, mas pouco jogou. Defendeu sem brilho o Atlético Mineiro e se destacou no Botafogo, de onde seguiu para o Yokohama Marinos (Japão). Caio está no Boavista e Ceará defende o Afogados da Ingazeira.

2014 – Diego Cardoso (Santos), Stéfano Yuri (Santos) e Gustavo “Gustagol” (Taboão da Serra): 9 gols
“Gustagol” foi para o Criciúma e após aparecer bem na Série B foi para o Corinthians, onde teve altos e baixos. Em 2020 acabou emprestado ao Internacional. Diego Cardoso e Stéfano Yuri apareceram como grandes promessas do Peixe, mas não vingaram. Em 2020, Diego atua no Botafogo, de Ribeirão Preto, e Stéfano defende o Muangkan United (Tailândia).

2015 – Isaac Prado (Botafogo-SP), Gabriel Vasconcelos (Corinthians) e Santiago (São Caetano): 8 gols
Nenhum deles “estourou”. Isaac Prado está no Monte Azul, da Série A2 do Paulistão. Gabriel Vasconcelos defende o York9 FC (Canadá). Santiago joga no Betim.

2016 – Geovane Itinga (Bahia): 8 gols
Apontado como uma das maiores promessas do Bahia, o atacante ainda não conseguiu encontrar espaço no elenco profissional do clube, que o emprestou no fim do ano passado para o Juventus, de Jaraguá do Sul.

2017 – Carlinhos (Corinthians): 11 gols
Maior goleador em uma edição da competição, não vingou na equipe principal. Passou por Grêmio Novorizontino, Oeste, Vila Nova e Marcílio Dias.

2018 – Luis Henrique (Ferroviária), Brenner (Internacional), Richard (Internacional), Miullen (Londrina), Toró (São Paulo) e Luan Silva (Vitória): 6 gols
De todos, Toró é o que conseguiu mais destaque nos profissionais, mas sempre grande brilho. Luis Henrique começou 2020 na Caldense. Brenner e Richard foram para o exterior e defender Iwate Grulla Morioka (Japão) e Tondela (Portugal), respectivamente. Miullen permanece no Londrina e Luan Silva foi emprestado pelo Vitória ao Palmeiras.

2019 – Gabriel Novaes (São Paulo): 10 gols
O atacante foi emprestado ao time B do Barcelona (Espanha), mas foi uma passagem apagada. De lá foi para o Córdoba (Espanha), também sem destaque. Em 2020 teve propostas de Botafogo e Chapecoense, mas em ambos casos não houve acordo.

2020 – Felipe Micael (Mirassol): 10 gols
Centroavante de apenas 18 anos de idade, havia sido o artilheiro do Paulistão Sub-20 de 2019 e chegou a atuar nos profissionais do clube paulista antes de ser negociado com o Beerschot Wilrijk (Bélgica) na atual temporada.

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