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Relembre os artilheiros do Carioca Sub-20 desta década

Ser artilheiro de um campeonato sub-20 não é, em hipótese alguma, garantia de sucesso nos profissionais. E muito menos atestado de qualidade do jogador em questão quando a competição é um Estadual, devido ao nível destes torneios.

Evanilson foi o artilheiro no ano passado (Foto: Site oficial do Fluminense)

Ainda assim o DaBase traz para você a relação dos maiores goleadores do Campeonato Carioca da categoria nesta década (a partir de 2011) e a sua situação atualmente.

2011
Rodrigo Pinho (Bangu) – 20 gols
Ficou no alvirrubro da zona oeste até 2014. Após passar por Madureira e pelos portugueses Sporting Braga e Nacional, acertou em 2017 com o Marítimo, também de Portugal, onde permanece até hoje.

Entre os quatro grandes, quem mais balançou as redes foi Stéfano, do Fluminense, com 15 tentos. Depois de ser emprestado a Guaratinguetá, Madureira, MyPa-FIN e Fort Lauderdale-EUA, acertou com o Minnesota United-EUA, em 2016. Em 2017 foi para o Miami FC-EUA. EM 2018 esteve no Orlando City-EUA e desde o ano passado atua no Xinjiang Tianshan Leopard-CHN.

2012
Biro Biro (Nova Iguaçu) – 27 gols
Foi emprestado ao Fluminense, que no seguinte exerceu o poder de compra. Em 2015 foi emprestado para a Ponte Preta e em 2016 vendido para o Nanchang Bayi. Em 2019 parou no São Paulo, porém no mesmo ano retornou ao Nova Iguaçu, que o emprestou ao Botafogo. Por um problema cardíaco não diagnosticado mesmo com uma bateria de exames, o jogador teve seu vínculo, que iria até 30/06/2020, rescindido e continua o tratamento no Nova Iguaçu.
Futuramente, em caso de retorno aos gramados, o Glorioso tem prioridade para a assinatura de um novo contrato.

Entre os quatro grandes, o principal goleador foi Mattheus (Flamengo), com 21 gols. Filho do ex-atacante campeão mundial em 1994 Bebeto, estreou nos profissionais do rubro-negro nesse mesmo ano. Em 2015 foi emprestado ao Estoril Praia, que exerceu a opção de compra no ano seguinte. Em 2017, por um pedido do então técnico Jorge Jesus, foi adquirido pelo Sporting, mas pouco jogou, sendo emprestado em 2018 para o Vitória de Guimarães, que o comprou em definitivo no ano passado.

2013
Douglas Baggio (Flamengo) – 10 gols
Ficou no rubro-negro até 2017, sendo emprestado para Luverdense (duas vezes) e Ceará. Em 2018 foi para o Mirassol, acertando no mesmo ano com o Boa Esporte. Em 2019 esteve no Brasil de Pelotas e desde o começo do ano atua pelo Santo André.

Yguinho (Botafogo) – 10 gols
Após começar nas categorias de base do futsal do Flamengo, passando para o campo em 2007 (sub-15), foi para o Botafogo justamente em 2013, ficando apenas até o ano seguinte. Em 2015 acertou com o Alecrim e em 2016 defendeu o Tigres do Brasil. Depois de um tempo sem informações a respeito, em 2019 atuou no La Plata, equipe de F7 de Belo Horizonte.

2014
Marlon (Nova Iguaçu) – 21 gols
Atuou no Orgulho da Baixada até 2017, quando foi emprestado para o Bangu. No ano seguinte atuou, também por empréstimo, no Botafogo-PB e no Madureira, que o adquiriu em definitivo, mas em 2019 acertou com o Tulsa-EUA.

Entre os quatro grandes, dois jogadores fizeram 16 gols: Douglas Baggio (Flamengo) e Gabriel Vasconcelos (Fluminense). Por não ter chegado a um acordo salarial com o tricolor carioca, o jogador foi para o Corinthians, no mesmo ano, ficando na base alvinegra até 2016, quando se profissionalizou e começou a ser emprestado em sequência: America-RJ, Joinville, Oeste, Ponte Preta, São Bento e novamente Oeste, até se desvincular do Timão e acertar com o York9-CAN em janeiro de 2020.

2015
Vinícius Tanque (Botafogo) – 21 gols
O atacante já havia sido promovido aos profissionais em 2014, mas nunca aproveitou as poucas chances desde então. Foi emprestado a Volta Redonda (2016), Atlético-GO (2018), Mafra-POR (2019) e agora Cartagena-ESP.

Lohan (Friburguense) – 21 gols
No Tricolor da Serra desde 2012, em 2016 foi emprestado para Macaé e Grêmio. Em 2017 retornou ao Frizão, que o emprestou ao Resende, assim como em 2018. Ano passado mais dois empréstimos, para CSA e ABC. E este ano está no Botafogo-PB, porém ainda pertence ao clube da região serrana do RJ.

2016
Renan Gorne (Botafogo) – 20 gols
No mesmo ano foi promovido aos profissionais, mas até hoje tem apenas um jogo oficial com a camisa do Glorioso, que o emprestou a North Carolina-EUA, em 2017; Paysandu, em 2018; Volta Redonda e Confiança, em 2019. O clube sergipano o adquiriu em definitivo este ano

Gustavo (Volta Redonda) – 20 gols
O jogador ficou no Voltaço até 2018, quando foi negociado com o Espinho-POR e se destacou. Na temporada passada foi adquirido pelo Moreirense-POR, que o emprestou ao Cova Piedade-POR.

2017
Paulo Vitor (Vasco da Gama) – 13 gols
Após começar no futsal vascaíno, em 2013 se transferiu para o Fluminense, mas voltou, sob polêmica, em 2015. O Tricolor reclamou de sumiço do jogador à CBF e à Ferj, que autorizou a inscrição do jogador de volta para o clube da Colina, que negou aliciamento e lembrou que a formação do jovem atleta havia sido em boa parte no Vasco. Em 2017 estreou pelos profissionais e chegou a marcar gol (contra o Vitória). Em 2018 foi emprestado ao Albacete-ESP e no ano seguinte ao Marbella, que exerceu o direito de compra no mês de junho. O Cruzmaltino não recebeu em dinheiro pela transferência, mas manteve 30% dos direitos econômicos da promessa no primeiro ano e 20% nos anos seguintes.

2018
Lucas Barcelos (Fluminense) – 8 gols
Começou no Itaboraí, em 2016, chegou ao Tricolor das Laranjeiras no ano seguinte e onde ainda permanece. Em 2019 se profissionalizou e foi emprestado ao Perilima, mas retornou ao Flu para o projeto do sub-23.

2019
Evanilson (Fluminense) – 13 gols
Desde 2016 no tricolor, onde chegou para o sub-17, foi emprestado em 2018 para atuar nos profissionais do STK Samorin, que tinha parceria com o Flu. Em 2020 faz parte do time titular comandado por Odair Hellman. E por muito pouco, o atacante não mudou de ares, já que, aproveitando a Lei Bosman por estar nos últimos meses de contrato, assinou pré-contrato com o Tombense, clube ligado a seu estafe. Por isso, para não perdê-lo de vez, o Fluminense o adquiriu por empréstimo até dezembro de 2021 e garantiu uma pequena parte dos direitos econômicos. Anteriormente, o Tricolor possuía 60% desses direitos – os outros 40% pertencem ao Estação, clube cearense por onde ele começou na base.

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