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Me ajudem: formem líderes!

Neymar ter renunciado ao posto de capitão da seleção brasileira é perfeitamente aceitável.

Não é todo mundo que suporta tamanha responsabilidade e pressão. E ter humildade pra reconhecer isso é mais que necessário.

É que pra sempre – eu disse SEMPRE -, o capitão da seleção brasileira deverá ser referência de força técnica, tática, moral e psicológica.

Penso que devamos estar satisfeitos com o atual camisa 10 ser um top 5 do mundo tecnicamente. É diferenciadíssimo e isso basta, né?!

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/CBF
Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/CBF

Mas a problemática aqui não é Neymar. É a geração que temos e a que está por vir no quesito liderança. Quem está pronto pra assumir a faixa de capitão da seleção brasileira?

Já tem tempo que não surge um Rogério Ceni, que faz e fala pelo grupo com respaldo em todos os sentidos; um Lúcio, daqueles xerifes que impõem respeito até na mãe do árbitro jamais vista; ou um Carlos Alberto Torres, que era isso tudo e mais um pouquinho.

É preciso formar líderes também. Mas essa responsabilidade precisa ser dividida.

Começa em casa, com a educação familiar.

O clube, por sua vez, precisa trabalhar atentamente em três vertentes: setores psicossociais competentes, mimo dentro do limite e orientação permanente dentro das quatro linhas.

Empresários, principalmente aqueles lunáticos que querem fazer do sarrafeiro um Deus, e a torcida, com dez centavos de paciência, são peças fundamentais nesse processo também.

Por isso, suplico: me ajudem! Formem ídolos!

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